terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Relato dos PIBIDIANOS de 18 à 22 de fevereiro de 2019

Yure Mota Nunes dos Santos 

As atividades do dia 18/02/19 foram de fato produtivas. Consegui levar para os alunos do 3°B um mapa conceitual que foi bastante importante para o desenvolvimento da aula do professor. O primeiro tema trabalhado com o terceiro ano foi "A industrialização brasileira" e fiquei muito feliz em poder contribuir com a aula, visto que esse é um tema ao qual tenho bastante esmero. 

Os alunos se mostraram bastante entusiasmados com essas ferramentas de trabalho que de alguma maneira tentem romper com o dia-dia cartesiano da sala de aula. O professor conduziu a aula de maneira bastante auspiciosa, deixando sempre espaço para que eu e meus colegas pudéssemos intervir de maneira a acrescer questões ao conteúdo então trabalho na aula. 

Já no período da tarde trabalhei com a turma do 8°B, diferentemente do trabalho com os alunos do terceiro o trabalho aqui já precisa ser feito de maneira mais vagarosa, a indisciplina é bastante acentuada na turma e dessa maneira em muitos momentos é preciso que o professor pare a sua aula para pedir silêncio ou para intermediar alguns conflitos. 

Mas de qualquer maneira começamos com o 8°B o assunto "Região e Regionalização" um assunto ao qual já não tenho tanta identificação quanto o anterior trabalhado no terceiro ano; mas de qualquer maneira foi muito produtivo e conseguimos de fato avançar nessa direção. Consegui também deixar minhas contribuições na aula do oitavo ano, ainda que de maneira mais tímida. 







Jocimara Santana

Devido ás mudanças ocorridas internamente no PIBID geografia, agora componho o grupo da escola Ana Cristina Prazeres Mata Pires e dia 21 de fevereiro de 2019 foi o dia de conhecer a escola.
Adentrando a escola percebi uma notória diferença na estrutura física da mesma em comparação a que eu estava antes, e me fez questionar como as gestões implicam na divisão de recursos que as escolas recebem.
A escola Ana Cristina apresenta uma boa estrutura desde os espaços coletivos as salas de aulas, a sala dos professores é de fato um apoio para os mesmo com sua devida organização.
Neste dia, conheci as turmas do 1° ano, nas quais o bolsista Márcio estava fazendo uma atividade didática usando a música para explicar o racismo estrutural da sociedade. Os alunos se mostravam atentos e interagiam contando seus relatos diários, era tudo muito interessante e este momento me apontou a necessidade de criar-se um núcleo de negros da escola, principalmente para debates.
As aulas terminaram mais cedo, pois teria a reunião de pais, e fiquei surpresa com a grande quantidade de responsáveis presentes.
Estou encantada com a escola, acredito que temos uma junção de sucesso. Temos bons alunos, boa direção, um bom quadro de docentes destacando a proatividade do supervisor Edson para elaboração e realização de atividades e, temos também uma boa equipe de bolsistas. Espero que tenhamos ótimos resultados!

                                        Bolsista Márcio cantando para os alunos do 1° ano.


Geovana Tito Santos

Apesar dessa semana ter sido o segundo contato com as turmas de terceiro e oitavo ano, vejo como se só hoje realmente conseguimos iniciar o ano letivo, na semana passada diversos alunos não vieram para aula, a turma do terceiro ano durante essa segunda está cheia e ouve grande participação na aula, tirando vários bônus dela, pra eles foram introduzido o assunto de industrialização no Brasil e eles conseguiram fazer uma relação com sua vivencia na cidade de Salvador e principalmente na localidade do subúrbio ferroviário onde moram, foi passado uma atividade semelhante a um quadro onde conforme o professor debatia o assunto eles anotavam o que eles já sabiam, o que gostaria de aprender e isso tornou a aula didática e com uma participação efetiva por parte do corpo de alunos. Processo semelhante ocorreu pela tarde com a turma do oitavo ano, levando em consideração certas diferenças que há entre as turmas, o fundamental II durante a tarde é mais agitado, a realização de atividades na sala se torna algo um pouco mais complicado tendo que chamar a atenção dos alunos de maneira recorrente, mas, conseguimos introduzir a primeira parte do conteúdo de espaço mundial: diversidade e regionalização.

Ana Carolina Silva de Oliveira

Como o "primeiro" dia de aula foi mais um momento de acolhimento e apresentação, nessa semana tivemos efetivamente o primeiro dia de aula, acompanhei aula do prof. Edson, onde introduziu o assunto de industrialização no Brasil, procurando contextualizar em diversas escalas, principalmente sobre a Bahia e em Salvador, fazendo os alunos se interessarem quando o contexto é local e podem reconhecer as localidades citadas (falar sobre a industrialização e adentrar no histórico do subúrbio ferroviário, da cidade baixam, da linha férrea e a ligação com outros municípios da Bahia...). Avisei aos alunos sobre a proposta do grupo de discussão e que os encontros aconteceriam agora às segundas-ferias (antes eram às quartas-feiras). 


Matheus Sousa Ribeiro


Hoje, foi discutido no intervalo a iniciação científica dando autonomia na escolha da temática ao meio ambiente em grupo. Algumas propostas foram apresentadas previamente, sendo que os(as) alunos(as) maturem ideias capazes de pesquisar temáticas que envolvam a Geografia. Dentro dessas propostas, estudantes tiveram interesse de continuar a trabalhar com a relação entre Climatologia e a psiquê dos moradores da comunidade em Alto de Coutos, e outro grupo teve o interesse em discutir sobre Rap, Cultura e Meio Ambiente.
A criação dos grupos de pesquisa influi na necessidade de métodos que se aproximem na apreensão da realidade. Sendo assim, o professor Edson mediou um contato com prof. Abílio para apresentação da temática “Introdução a metodologia científica” nesse primeiro passo do GEPEMA (Grupos de Estudo e Pesquisa em Meio Ambiente).
Apesar de ser um projeto por fora, os grupos de pesquisa é um incentivo e meio canalizador dos estudantes em ressignificarem a narrativa na qual a escola pública não produz conhecimento. Partindo do pressuposto freiriano, de acordo com a realidade dos(as) estudantes, levando em conta as singularidades do sítio geográfico.
Quanto à rádio PIBID-Geografia, tivemos uma limitação na execução da discussão desse primeiro script/escopo, diante da falta de Rafael Drummond (justificada pelo mesmo devido aos problemas particulares). Entretanto, fora estabelecido na reunião com o prof. Edson Freitas que as temáticas trabalhadas na rádio coadunariam com os assuntos na sala-de-aula.
Tendo em vista a maturidade da rádio, de forma com que o conteúdo desta seja capaz de fundar provocações quanto a realidade dos(as) estudantes, e já dito, as rádios funcionariam às terças-feiras. Assim sendo, a cada semana um conteúdo de determinada turma (1º ao 3º ano do Ensino Médio) seria gravado em alternância. Em outras palavras, uma semana contemplaria os conteúdos geográficos para o 1º do Ensino Médio, nas duas próximas semanas acompanharia, respectivamente a cada dia, as turmas do 2º e 3º ano.
A primeira temática envolveria a discussão sobre espaço geográfico na realidade em Alto de Coutos. Assim, estreitariam o diálogo entre o prof. Edson Freitas na articulação de ideias via rádio e os grupos de pesquisa pela tarde, após atividades do PIBID.




Elane de Almeida Santos

Nessa semana fiz observação nas turmas do 1º ano, onde o pibidiano Marcio estava fazendo uma aula explicando sobre todas as condições que os negros foram sujeitados no período de ''colonização'' (condições de trabalho, explorações etc.), e como vivemos numa sociedade em que o racismo estrutural é presente. O mesmo usou a imagem e a reprodução da música para despertar um momento tanto de reflexão como de questionamento (a meu ver); logo em seguida, ouvimos ''Xote Ecológico'' de Luiz Gonzaga, abordando nosso problema sobre não preservar os nossos recursos naturais, agredindo cada vez mais o meio ambiente, e por fim, gerando mais e mais problemas.

 (Deixarei abaixo um pequeno vídeo demonstrativo da dinâmica da aula)





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